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Edith Nesbit  
Edith Nesbit (1858-1924) nasceu perto de Londres, na Inglaterra, e cedo engajou-se na luta pela justiça social, ao lado de escritores como H. G. Wells e Bernard Shaw. Considerada um clássico da ficção infantil e juvenil, sua obra foi pioneira no uso da linguagem coloquial e no tratamento do cotidiano das crianças, sempre abordado sob o ângulo da fantasia, tendo influenciado autores como C. S. Lewis e J. K. Rowling. Entre os seus livros mais conhecidos estão A história dos caçadores de tesouro (1898), Cinco crianças e um segredo (1902), A fênix e o tapete (1904) e Os meninos e o trem de ferro (1906), entre outros.

Fábula: do verbo latino fari, “falar”, como a sugerir que a fabulação é extensão natural da fala e, assim, tão elementar, diversa e escapadiça quanto esta; donde também falatório, rumor, diz que diz, mas também enredo, trama completa do que se tem para contar (acta est fabula, diziam mais uma vez os latinos, para pôr fim a uma encenação teatral); “narração inventada e composta de sucessos que nem são verdadeiros, nem verossímeis, mas com curiosa novidade admiráveis”, define o padre Bluteau em seu Vocabulário português e latino; história para a infância, fora da medida da verdade, mas também história de deuses, heróis, gigantes, grei desmedida por definição; história sobre animais, para boi dormir, mas mesmo então todo cuidado é pouco, pois há sempre um lobo escondido (lupus in fabula) e, na verdade, “é de ti que trata a fábula”, como adverte Horácio; patranha, prodígio, patrimônio; conto de intenção moral, mentira deslavada ou quem sabe apenas “mentirada gentil do que me falta”, suspira Mário de Andrade em “Louvação da tarde”; início, como quer Valéry ao dizer, em diapasão bíblico, que “no início era a fábula”; ou destino, como quer Cortázar ao insinuar, no Jogo da amarelinha, que “tudo é escritura, quer dizer, fábula”; fábula dos poetas, das crianças, dos antigos, mas também dos filósofos, como sabe o Descartes do Discurso do método (“uma fábula”) ou o Descar­tes do retrato que lhe pinta J. b. Weenix em 1647, segurando um calhamaço onde se entrelê um espantoso Mundus est fabula; ficção, não ficção e assim infinitamente; prosa, poesia, pensamento.

Projeto editorial de Samuel Titan Jr.
Projeto gráfico de Raul Loureiro

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A fênix e o tapete

Edith Nesbit

Tradução de Marcos Maffei
Ilustrações de H. R Millar
 
A inglesa Edith Nesbit (1858-1924) é considerada uma das precursoras da literatura fantástica para jovens, e sua obra influenciou séries como As Crônicas de Nárnia e Harry Potter. Neste A fênix e o tapete temos os mesmos personagens de seu livro anterior, Cinco crianças e um segredo: os irmãos Cyril, Robert, Anthea, Jane e o bebê Carneirinho. Aqui o grupo descobre, dentro de um antigo tapete enrolado, um ovo, que, ao cair na lareira, revela uma fênix, a mitológica ave que renasce de suas próprias cinzas a cada quinhentos anos. A sábia fênix ensina então que aquele é um tapete mágico, que pode transportá-los para qualquer lugar que desejem, levando as crianças e a ave a uma sequência de aventuras incríveis.
R$ 62,00
 
Cinco crianças e um segredo

Edith Nesbit

Tradução de Marcos Maffei
Ilustrações de H. R Millar
 
Escritora predileta da criadora de Harry Potter J. K. Rowling, Edith Nesbith narra aqui as aventuras de cinco irmãos que, durante as férias, encontram um duende-da-areia. Essa criatura estranha e peluda passa a realizar um desejo das crianças a cada dia. Mas, uma vez realizados, os desejos colocam os meninos em grandes e divertidos apuros.
R$ 59,00

 
     
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